A loira também revelou que não acredita que a orientação sexual de um participante pode influenciar na escolha do vencedor do programa. Na última edição, a cantora Nise Palhares revelou que sofria preconceito por ser homossexual. “Se rolasse preconceito com isso, não teríamos metade dos artistas que temos hoje em dia no Brasil e no mundo”, pontuou.
A cantora ainda acredita que, para se tornar um ídolo, o candidato precisa ter muito mais do que uma boa voz: “Tem que ter carisma, timbre, postura. São critérios que utilizo na minha carreira e é o que uso como referência. É isso que vou usar para avaliar”. Como o novo compromisso, Luiza ainda não definiu como conseguirá tempo para conciliar o programa com a carreira de cantora. “Está uma loucura: a gente tem reunião todo dia, vou gravar o DVD novo no dia 29 de abril, vou para o Festival de Verão de Salvador, tenho o ‘Ídolos’. Vai funcionar, não sei como. No fim dá tudo certo”, acredita.
Fonte: Na Telinha
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